Pomba branca pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta pelo mar
Pomba branca pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta pelo mar
Fui criança e andei descalço
Porque a terra me aquecia
E eram longos os meus olhos
Quando a noite adormecia
Vinham barcos dos países
Eu sorria vê-los sonhar
Traziam roupas felizes
As crianças dos países
Nesses barcos a chegar
Pomba branca pomba branca
Depois mais tarde ao perder-te
Por ruas de outras cidades
Cantei meu amor ao vento
Porque sentia saudades
Saudades do meu lugar
Do primeiro amor da vida
Desse instante aproximar
Os campos do meu lugar
À chegada e à partida
Pomba branca pomba branca.
Maximiano de Sousa (Max) e Vasco de Lima Couto
excerto 30 seg em: Cotonete
Excelente homenagem a um vero madeirense. Um Homem que H maiúsculo que há-de ficar para todo o sempre no coração de um povo sofredor que via, nos tempos da ditadura (agora e sempre...) a imagem da pomba branca como a liberdade tão imaculada, a pureza de um ideal democrático, onde não poderá haver lugar ao populismo doentio, à vendetta sistemática, à ostentação das vaidades mundanas, ao conúbio Igreja-estado Laranja, ao prepotente caciquismo que vampiriza e sodomiza todo um povo já farto de tartufos e de histriões de trazer por casa. VIVA MAX !!! VIVA A MADEIRA!!! VIVA PORTUGAL E A SUA AUTONOMIA!!!
ResponderEliminarolha para o seu?
ResponderEliminarSempre gostei de ouvir a musica do max,pra mi foi um dos maiopres cantores portugueses.
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