sexta-feira, 15 de julho de 2005

JARDIM TROPICAL MONTE PALACE (II)

O Jardim Tropical Monte Palace ocupa uma área de 70.000 m2.

 

 

Desde a sua aquisição tem sido renovado, com plantas exóticas endémicas de vários países (Cicas e proteas da África do Sul, azáleas da Bélgica, urzes da Escócia, etc.) assim como com plantas indígenas das florestas madeirenses (Laurissilva, nomeadamente, fetos, cedros, loureiros, loureiros das Canárias, etc.).

 

 

A vegetação luxuriosa mistura-se com enormes lagoas repletas de peixes Koi, proporcionando aos visitantes um agradável espectáculo repleto de brilho e cor. Inicialmente a introdução de peixes Koi foi nas lagoas já existentes. Depois, foram construídas mais duas lagoas com a capacidade de 300.000 litros. Estas lagoas estão equipadas com um sistema sofisticado de filtragem e purificadores de água, sem o uso de químicos, assegurando, assim, um habitat saudável para os peixes, que apresentam aos visitantes uma esplendida variedade de cores.

 

 

Os passeios dos jardins estão enriquecidos com ornamentações ostentosas, cantaria, janelas, nichos, pagodes, budas, lanternas de diferentes partes do mundo e esculturas em bruto ou pedras trabalhadas.

 

 

As Alamedas do jardim foram enriquecidas com painéis de azulejos, dos Séculos XVI a XX. Expostos no meio da vegetação tropical representam diversas eras e provêm de palácios, igrejas, capelas e casas privadas de todas as partes do país. A grande maioria descreve acontecimentos sociais, culturais e religiosos. Dos muitos trabalhos destaca-se uma porta do séc. XVIII, emoldurada por uma frontaria proveniente de uma capela. Esta frontaria é constituída por duas figuras laterais, que seguram a tábua dos 10 Mandamentos e uma espada.

 

 

Merecem também destaque os painéis em terracota, (166 azulejos vidrados de terracota) nomeadamente o intitulado 'A Aventura dos Portugueses no Japão' e 40 painéis sobre a Historia de Portugal começando a narrativa no reinado de D. Afonso Henriques e terminando com um painel dedicado à 3.ª República. Pelo jardim podemos ver ainda brasões, cantarias, esculturas, nichos, pagodes, budas, lanternas, em pedra bruta ou trabalhada .

 

 

Mais informações em: Monte Palace

quinta-feira, 14 de julho de 2005

JARDIM TROPICAL MONTE PALACE (I)

A históriaNo séc. XVIII, o Cônsul inglês, Charles Murray, comprou uma propriedade a sul da igreja do “Monte” e transformou-a numa belíssima quinta, então chamada “Quinta do Prazer”. Nos fins do séc. XIX, algumas da famílias mais prósperas da Madeira costumavam viver em belas quintas situadas nos arredores do Funchal.

 

 

Em 1897, Alfredo Guilherme Rodrigues, adquiriu a referida quinta e, inspirado nos palácios que ele havia visto nas margens do Rio Reno, construiu uma residência com características de palácio e que, mais tarde, foi transformada num hotel com o nome de Monte Palace Hotel. Este hotel era frequentado por pessoas importantes, nacionais e estrangeiras, que apreciavam e gozavam este maravilhoso recanto com a sua esplendorosa vista sobre o Funchal e toda a paisagem natural que o circundava.

 

 

Em 1943, Alfredo Guilherme Rodrigues, faleceu. Infelizmente, a sua família não deu seguimento ao seu projecto, o que originou o encerramento do hotel, tendo, entretanto, passado para as mãos da instituição financeira “Caixa Económica do Funchal”.

 

 

Em 1987, aquela instituição financeira vendeu a propriedade ao empresário José Manuel Rodrigues Berardo, que, por sua vez, a doou à Fundação que ele próprio fundou e à qual ele deu o seu nome. Foi assim que nasceu o “Monte Palace Tropical Garden” (Jardim Tropical Monte Palace).

 

terça-feira, 12 de julho de 2005

SANTANA

 

Santana apresenta-se, actualmente, como Cidade e sede de Concelho.

 

Fica localizada na costa Norte da ilha da Madeira, a cerca de 312 metros de altitude e ocupa uma área de 96,2Km2. O Município de Santana foi criado em 1832 e instalado em 1835. Inicialmente componha-se pelas freguesias de Santana, S. Jorge, Arco de São Jorge, Faial, São Roque do Faial e Porto da Cruz. Esta última foi porém desanexada do município, em 1852, passando a fazer parte do município de Machico.

 

Actualmente volta a contar com seis freguesias, já que em 15 de Abril de 1989, o sítio da Ilha na freguesia de São Jorge, foi elevada à categoria de freguesia, por Decreto Legislativo Regional nº 11/89/M.

 

Conjuntamente oferecem ao visitante paisagens pitorescas e vislumbrantes que reflectem a associação harmoniosa entre os elementos físicos e humanos. Cada freguesia relata e guarda, à sua maneira, os traços etnográficos e folclóricos mais significativos na memória das suas histórias, tradições, usos e costumes, pois é um concelho fortemente enraizado por laços desta natureza. O seu nome deve-se à sua padroeira Sant´Ana; como freguesia foi fundada a 04 de Junho de 1552 e elevada a concelho a 05 de Novembro de 1835.

 

Mais informações no site da Câmara Municipal de Santana

 

domingo, 10 de julho de 2005

DESERTAS

 

 

 (Foto composta da aglutinação de várias, pelo que se pede desculpa por alguma imprecisão)

 

As Ilhas Desertas são compostas por três pequenas ilhas de origem vulcânica, situadas a SE da ilha da Madeira, que constituem uma reserva natural classificada como Reserva Biogenérica pelo Conselho da Europa. As Ilhas Desertas são: Ilhéu Chão, Deserta Grande e Bugio.

 

Este espaço foi protegido em Maio de 1990, através do Decreto Legislativo Regional n.º 14/90/M, que criou a Área de Protecção Especial das Ilhas Desertas, passando a Reserva Natural, em 1995, através do Decreto Legislativo Regional n.º 9/95/M. Embora a protecção destas ilhas tenha sido motivada pela urgência de tomada de medidas para a conservação do Lobo Marinho, o seu objectivo é a protecção e preservação de todo um conjunto de fauna e flora únicos e que englobam várias espécies raras e endémicas. Como reconhecimento do valor natural e ecológico destas ilhas, em 1992 o Conselho da Europa classificou-as como Reserva Biogenética.

 

Mais informações em: Reserva Natural das Ilhas Desertas

sábado, 9 de julho de 2005

FORA D'ÁGUA

 

Este restaurante fica situado na promenade marítima que parte do Lido, por baixo do hotel Tivoli Ocean Park.

 

Com uma decoração moderna, minimalista, tem ampla superfície vidrada que permite ver a promenade e o mar, para além de uma (pequena) esplanada com algumas mesas.

 

Entre os pratos existentes, destaco o carpaccio de vaca, a lasagna de salmão fresco com requeijão e espinafres salteados, o lombo de vitela recheado com farinheira e o peito de pato com arroz basmati de legumes e molho de soja (um espanto de sabores!).

 

Como sobremesas entre outras a túlipa de fruta fresca com gelado caseiro e o crumble de maça com gelado de baunilha.

 

Promenade do Lido

Telef. 291 766 992

Aberto de 2ª ao jantar a sábado , das 12h30 às 15h00 e das 19h00 às 23h00.

sexta-feira, 8 de julho de 2005

VAGRANT

 

Trata-se de um iate que pertenceu aos Beatles (é mais conhecido com essa indicação...). Sofreu um acidente nas Ilhas Canárias e quase foi parar à sucata. Mas João Bartolomeu Faria, um empresário madeirense adquiriu-o em 1984 e instalou-o no porto do Funchal no lado oposto à marina, convertendo-o em restaurante e bar.

quarta-feira, 6 de julho de 2005

DUNAS - PORTO SANTO

Uma pequena empresa na área do turismo, que opera na ilha de Porto Santo.

 

 

Tem um excelente passeio de jeep por Porto Santo, diferente do proporcionado por outras empresas, dado que cobre quase toda a ilha e tem uma duração de mais de três horas.

 

 PEDREIRA DO "PIANO" - PORTO SANTO

 

 

Para quem tenha disponibilidade para o fazer, esse passeio é de não perder, dado que se fica a conhecer grande parte da ilha, o que não seria possível em tão pouco tempo de outra forma.

 

 

 

Dunas - Viagens e Turismo, lda.

 

Rua Dr. Nuno Silvestre Teixeira, 38

 

291 983 088 - 291 983 089

 

Fax: 291 983 091

 

Jordão Alves 966 124 051

Idalino Vasconcelos 964 609 662

 

Email: dunastravel@mail.telepac.pt

 

Site: Dunas

segunda-feira, 4 de julho de 2005

NOVO TELEFÉRICO QUASE CONCLUÍDO

 

Com a devida vénia ao Jornal da Madeira

 

Ligação Babosas-Jardim Botânico

 

Teleférico disponível a partir de Julho

 

 As obras de execução do novo teleférico que irá ligar as Babosas ao Jardim Botânico estão praticamente no fim. De acordo com a Câmara Municipal do Funchal, mais de 90 por cento da infra-estrutura já está concluída, pelo que na próxima semana devem iniciar-se os testes da linha, com a colocação das 12 cabinas que ali vão operar. O objectivo da edilidade passa por pôr o teleférico a operar entre a terceira semana e o último dia de Julho. Com as estações, quer do Monte quer do Jardim Botânico, terminadas, a edilidade apenas aguarda pelas decisões do INTF e do CATIM. O primeiro é o Instituto Nacional de Transportes Ferroviários, entidade que, em Portugal, confere as licenças para este tipo de meios. Quanto ao CATIM, é o laboratório nacional que tem a seu cargo a segurança deste tipo de infra-estruturas, desde a fase de execução até ao início da exploração.

 

Recorde-se que esta é uma empreitada de concepção, construção e exploração da responsabilidade da Câmara Municipal do Funchal, cujo valor irá um pouco acima dos seis milhões de euros. No âmbito do concurso público internacional, foi decidido entregar ao consórcio formado pelas empresas AFA e Tâmega a exploração desta linha, pelo período de 50 anos, a exemplo do que já acontece com o outro teleférico já em funcionamento no Funchal.

 

Viajar entre os 10 e os 100 metros de altura

 

A linha compreende duas estações. Uma está localizada na vereda de acesso entre as Babosas e o Curral dos Romeiros. A segunda, foi construída no Jardim Botânico. Ao todo, o percurso terá 1.600 metros, ligados por sete pilares, e com algumas emoções fortes pelo caminho. É que a orografia do vale da própria ribeira de João Gomes vai colocar o teleférico entre os 10 e os 100 metros de altura do solo. Ao todo, serão 12 as cabinas - a linha permite ir até às 30, com capacidade para 8 pessoas cada. Desta forma, o teleférico poderá transportar, aproximadamente, 400 pessoas por hora. No que concerne à exploração comercial, José Perneta, responsável da Câmara Municipal pelo projecto, revelou que ainda estão a ser negociados os valores, se bem que ao JM deixou no ar a possibilidade de serem inferiores aos do teleférico já em funcionamento. Medida que poderá levar, inclusive, a um reajustamento por parte deste consórcio.

 

Celso Gomes

quinta-feira, 30 de junho de 2005

SITE OFICIAL DO TURISMO DA MADEIRA

 

 

É sem dúvida o mais completo e melhor site generalista sobre a Ilha da Madeira. Disponível em português, inglês, alemão e francês.

 

Múltiplas indicações desde a história, àquilo que não se deve perder na visita, mapas, alojamentos, restaurantes, vida nocturna, informações sobre diversas localidades da ilha, etc...

 

Uma galeria multimédia, com centenas de fotos.Muita informação para quem visite a ilha!

 

Turismo da Madeira

quarta-feira, 29 de junho de 2005

CRISTO DO GARAJAU

 

A inauguração, em 1927:

 

Excerto da reportagem então publicada no Diário de Notícias

 

"O dia de domingo passado teve umas horas de verdadeira grandiosidade: a cerimónia da inauguração solene da estátua do Cristo do Garajau, ali erguida por um voto do senhor conselheiro Ayres de Ornelas e de sua ilustre esposa, a senhora D. Maria de Jesus de Sousa Holatein de Ornelas, "numa das crises maiores da vida" dos ilustres fidalgos. São palavras do Sr. Conselheiro Ayres de Ornelas. Da cidade, arredores e de longínquas povoações, partiram em romagem ao Garajau, muitos milhares de pessoas. E todas as classes ali estiveram largamente representadas - desde a mais alta aristocracia até ao povo que trabalha, ardorosamente, na grande luta da conquista do pão. Pelas ruas da cidade e pelas estradas e pelos caminhos, há grupos compactos que fazem a romagem a pé. Outros estacionam junto às casas, ou aproveitando a sombra dos muros que ladeiam as estradas, esperando automóveis de retorno ou omnibus com lugares vagos, porque todos são tomados, todos andam em correria num vaivém contínuo. Mas lá para os lados da Cancela, quando se volta para o Garajau, a multidão é mais densa ainda.

 

E sob os arcos de verdura e flores, por entre os estandartes marcados, em sua maioria, com a cruz de Cristo, quase se não pode transitar. Vai-se descendo para o Garajau. E entra-se na estrada nova, mandada construir pelo sr. Conselheiro Ayres de Ornelas. Há uma certa rusticidade na paisagem. As tabaibeiras ladeiam os caminhos sinuosos por onde andam formigueiros de gente, corricando... Numa volta da estrada, divisa-se como se estivesse rente ao mar, a grandiosa estátua. E como está longe ainda e não se apercebem detalhes, o Cristo, de braços abertos, dá a impressão duma enorme cruz, posta ali, dominando o Oceano, orientando os que sobre o oceano labutam.

 

É meio dia. Um meio dia de sol encoberto, mas um meio dia pesado, quase ardente. E chegamos ao Garajau. O sr. Conselheiro Ayres de Ornelas recebe fidalgamente os seus convidados. E a estátua olha o Infinito e tem gesto de abraçar o Infinito. Não se preocupou com detalhes de modelação o Escultor. Não podia preocupar-se. Preocupou-se com a grandiosidade. Fez linhas fortes, sem serem duras. Marcou-lhe a traços firmes a fisionomia e soube dar-lhe realeza. Os braços erguem-se em cruz, mas não crucificam, abraçam e abençoam. E em pregas largas e fundas, duma sobriedade notável, numa admirável visão de realidade, compôs o manto, amplo, solto, para que possa abranger todos os que sofrem. E o pedestal é de linhas direitas, fortes também, numa harmonia completa com a sobriedade de traços da estátua. Grinaldas de flores naturais, campestres, o ornam em graciosas curvas que mãos patrícias desenharam".

 

in Diário de Notícias, dia 01 de Novembro de 1927

 

Este excerto voltou a ser publicado na secção "Diário de Notícias no passado", no dia 01 de Novembro de 1989.

 

Pesquisa: Lília Mata

 

Com a devida vénia ao CANIÇO ONLINE

 

sexta-feira, 1 de outubro de 2004

DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA

Trata-se do melhor jornal diário da Madeira. Quem queira seguir a actualidade da ilha não tem melhor escolha.

 

Ao domingo tem um suplemento muito interessante, a Revista DIÁRIO. Destaco também outro suplemento, FIM DE SEMANA, publicado à sexta-feira.

 

Tem site na internet, com quase todos os conteúdos. Para se poder aceder, obriga a inscrição prévia, mas é gratuito.

 

Diário de Notícias da Madeira

sexta-feira, 17 de setembro de 2004

FUNCHAL: 32º38'N 16º58'W

Um blog, autoria de Ricardo Figueira, que não sendo exclusivamente sobre o Funchal, tem a publicação diária de uma foto tirada nessa cidade.

 

FUNCHAL: 32º38'N 16º58'W

quinta-feira, 9 de setembro de 2004

LE JARDIN

 

Trata-se de um dos melhores restaurantes da zona velha do Funchal. Destaco especialmente os pratos flambeados, nomeadamente o Camarão com Caril, o Espada Martini, o Bife de Pimenta e o Strognoff.Tem igualmente uma grande variedade de entradas e nas sopas recomenda-se a (substancial) Sopa de Tomate e Cebola.Para além dos tradicionais Espada e Atum, tem outras variedades de peixe. Nas carnes a Espetada é muito boa.

 

 

R. Campo D. Carlos I (zona velha)9050 041 Funchal

 

Telef: 291 225023

 

Tem site: Le Jardin

sexta-feira, 3 de setembro de 2004

JARDIM BOTÂNICO (VI) - SITE

E por fim, a indicação do site do Jardim, muito completo e extenso e que vale mesmo a pena esquadrilhar! (de preferência antes de uma visita ao local)

 

Jardim Botânico da Madeira

 

 

quinta-feira, 2 de setembro de 2004

JARDIM BOTÂNICO (V)

 

 

HERBÁRIO

 

Outro aspecto interessante das instalações do Jardim Botânico da Madeira, é a existência de um herbário. Nada melhor do que o site do Jardim para nos falar dele:

 

O QUE É UM HERBÁRIO?

 

O herbário é uma colecção dinâmica de plantas secas prensadas de onde se está constantemente a extrair, utilizar e a adicionar informação sobre cada uma das populações e/ou espécies conhecidas, e sobre novas espécies de plantas.O papel vital que os herbários podem desempenhar nos estudos de biodiversidade são cada vez mais reconhecidos por um maior número de investigadores. Os herbários albergam uma grande quantidade da informação e dados sobre a diversidade vegetal que variadas disciplinas, tais como a conservação, ecologia, fisiologia, farmacologia, agronomia (melhoramento vegetal), necessitam de conhecer para conduzirem esforços na recuperação do coberto vegetal, recuperação de paisagens degradadas, cruzamentos com incremento de resistência a pragas, melhoramento vegetal, extracção de produtos farmacêuticos e outros.Todas estas disciplinas formulam questões aos taxonomistas sobre a Identificação, Nomenclatura (especificar um nome para essa planta), Classificação (parentes mais próximos e o seu agrupamento), Distribuição (passada e presente), Ecologia (tipo(s) de habitat), etc, as quais podem ser respondidas em parte por uma etiqueta de cada exemplar de herbário e pela qualidade do exemplar de herbário e representatividade que cada herbário possui da flora de uma dada região.

 

Objectivos gerais de um herbário:

 

1. Preservar e albergar material vegetal de referência e que esteja ordenado de uma forma simples e indexada;

 

2. Possibilitar a identificação rápida de exemplares colhidos através de comparação com aqueles existentes na colecção. Para tal, os espécimes devem estar ordenados de uma forma que reflicta as similaridades entre diferentes grupos de plantas;

 

3. Constituir uma referência sobre os nomes correctos de cada espécie. Para tal, é necessário uma referência cruzada frequente com trabalhos de revisão taxonómica e nomenclatural;

 

4. Constituir uma base de dados o mais completa possível sobre a diversidade e vegetação de uma dada região. Enriquecimento das colecções com espécimes de grande qualidade científica, com registo da sua localização o mais exacta possível, dados ecológicos, altitude, tipo de vegetação e outros dados de interesse. Intercâmbio com outros herbários;

 

5. Extracção da informação e utilização dos dados de cada exemplar de herbário através da disponibilização dos exemplares para consulta ou empréstimo.

 

 

(Foto do Herbário do Jardim - ©Jardim Botânico da Madeira)

 

Colecções

 

MADJ - Herbário do Jardim Botânico da Madeira. Neste Herbário encontra-se incorporado o Herbário Histórico do Seminário do Funchal (MADS).

 

O Herbário do Jardim Botânico da Madeira (MADJ), foi iniciado em 1957,pelo Eng.º Rui Vieira, Eng.º Malato-Beliz e Sr. Rui Santos,antes da criação oficial do Jardim Botânico da Madeira a 30 de Abril de 1960.

 

Em 1957 foram herborizadas cerca de 642 plantas vasculares de diversos locais do arquipélago da Madeira e Selvagens.Ao longo dos anos o herbário (MADJ) foi enriquecido com novas colheitas e colecções cedidas por vários botânicos sendo actualmente de 21.570 exemplares de plantas Vasculares, Avasculares e Líquenes (inclui o herbário do seminário do Funchal MADS). Estes exemplares são na maioria da Madeira, Porto Santo, Desertas, Selvagens e de outros arquipélagos Macaronésicos.

 

Neste herbário também encontram-se incluídas colecções de plantas cultivadas e medicinais.

 

MADS - Herbário Histórico do Seminário do Funchal, à guarda do Jardim Botânico da Madeira desde 1982, o qual está incorporado no MADJ.

quarta-feira, 1 de setembro de 2004

JARDIM BOTÂNICO (IV)

 

 

No Jardim Botânico da Madeira, existe um Museu de História Natural, com muito interesse. Transecreve-se de seguida, o texto de apresentação no site do Jardim:

 

MUSEU DE HISTÓRIA NATURAL

 

No ano de 1874, o padre Ernesto João Schmitz, ornitólogo alemão, estabeleceu-se na Ilha da Madeira, e assumiu a 27 de Setembro de 1881 a vice-reitoria do Seminário Diocesano do Funchal. Desde 1882 até 1908, o padre Ernesto Schmitz, organizou um Museu de História Natural no Seminário do Funchal. Reuniu colecções de vários ramos das ciências da natureza, com inúmeros exemplares endémicos, novos e raros, recolhidos, organizados e classificados pelo mesmo. A sua especialidade era sobretudo a Ornitologia (parte da Zoologia que se ocupa das aves), mas também se interessou por insectos, moluscos terrestres e marinhos, peixes, corais, toda a flora de superfície oceânica especialmente no campo das algas. Ao Museu de História Natural do Seminário foram adicionadas as importantes colecções de Muscíneas e Fanerogâmicas, organizadas pelo naturalista inglês James Yate Johnson.

 

Do espólio do Museu, ainda fazem parte as colecções de líquenes e fungos, organizadas pelo padre Jaime de Gouveia Barreto, que substituiu o padre Ernesto Schmitz nas funções de conservador do Museu do Seminário.

 

É de assinalar os contributos do biólogo madeirense, padre Armando Sardinha, na conservação e indexação das colecções existentes no Museu.

 

O padre Manuel de Nóbrega que em 1981 entrou para os serviços do Jardim Botânico da Madeira, iniciou a instalação do espólio do antigo Museu Diocesano do Funchal, em 3 salas do edifício principal do Jardim Botânico, nomeadamente as colecções de aves, fósseis, rochas, minerais, animais invertebrados e outros vertebrados, de modo a constituir o núcleo do Museu.

 

Este espólio propriedade da Diocese, foi entregue à guarda do Jardim Botânico em 1982.

 

A partir de 1 de Outubro de 1982, foi aberto ao público. Desde então, tem sido visitado por inúmeras pessoas, quer nacionais, quer estrangeiros.

terça-feira, 31 de agosto de 2004

JARDIM BOTÂNICO (III)

 

 

O Jardim Botânico da Madeira dedica-se à investigação da Flora Macaronésica e em particular ao estudo da biodiversidade vegetal do arquipélago da Madeira. A investigação desenvolvida nesta instituição incide sobre vários aspectos da sistemática e biologia das plantas, essenciais para a conservação da diversidade vegetal e de outros ramos de investigação.

 

O Jardim Botânico da Madeira reúne nos seus quadros peritos em florística, sistemática e evolução, e conservação da Flora Macaronésica. Presentemente, alguns grupos de plantas estão a ser estudados, com destaque para as orquídeas madeirenses (Goodyera, Dactylorhiza, Orchis, Gennaria e Neotinea), Digitalis e Isoplexis (Dedaleiras), Echium (Massarocos), hepáticas (Porella).

 

O financiamento de um projecto apresentado ao programa Life 99 Nat/P/006431 da União Europeia, possibilitará iniciar nas instalações do Jardim Botânico da Madeira, o estudo da diversidade genética de espécies ameaçadas, com repercussões importantes no desenvolvimento de estratégias de conservação. Os esforços de conservação apenas podem ser bem sucedidos e dirigidos, se forem apoiados por estudos sobre a variação genética de cada uma das populações ou espécies ameaçadas, ou mesmo espécies já extintas no seu habitat natural, mas que ainda subsistem em cultivo.

 

(Texto: Jardim Botânico da Madeira)

segunda-feira, 30 de agosto de 2004

JARDIM BOTÂNICO (II)

 

Por incrível que pareça, no Jardim Botânico da Madeira, coexistem plantas originárias de locais tão diferentes como os Himalaias ou a América do Sul, devido às particularidades do microclima da zona onde está instalado.

 

Existem cerca de 2500 plantas, algumas delas ameaçadas de extinção pelo que são objecto de estudo, sendo dada maior atenção à sua multiplicação.

 

O Jardim colabora estreitamente com o Parque Natural da Madeira, na monitorização de espécies e habitats que necessitam de acções de conservação.

 

Também lidera um projecto (LIFE 99), cujo objectivo á a preservação de oito espécies endémicas ameaçadas de extinção, bem como a recuperação da vegetação natural do Pico Branco - Porto Santo, um dos últimos refúgios da flora indígena daquela ilha.

 

(Fonte utilizada: Jardim Botânico da Madeira)

quinta-feira, 22 de julho de 2004

JARDIM BOTÂNICO (I)

 JARDIM BOTÂNICO - FUNCHAL - 2003

 

O Jardim Botânico da Madeira foi criado no dia 30 de Abril de 1960, depois de mais de um século passado sobre a emissão de opiniões em tal sentido por parte de ilustres naturalistas que defendiam essa criação devido às potencialidades da região.

 

Está aberto ao público todos os dias, excepto dia de Natal, entre as 9 e as 18 horas.

 

A sua morada é: Caminho do Meio - Bom Sucesso, a cerca de 3 quilómetros do centro do Funchal, sendo servido por várias carreiras de autocarros.

 

A entrada é gratuita para crianças até aos 6 anos, custando 1 euro para jovens dos 7 aos 18 anos e 3 euros aos adultos. Inclui a entrada no Jardim dos Loiros.

terça-feira, 20 de julho de 2004

QUINTA DA VIGIA

Trata-se de uma casa senhorial, do século XIX, com um grande jardim e uma excepcional vista sobre o porto do Funchal.

 

QUINTA DA VIGIA - FUNCHAL - 2003

 

O primeiro nome desta quinta foi Quinta das Angústias, por a capela anexa, que data de 1662 evocar esta Santa. Nela viveram várias personalidades importantes, nomeadamente a Imperatriz D. Amélia.

 

Em 1979, o Governo Regional adquiriu a quinta, tendo-a remodelado, bem como aos jardins, onde se podem encontrar alguns espécimens próprios da flora madeirense, como barbusanos e dragoeiros e outras plantas exóticas de África e da América.

 

Em Maio de 1984 passou a residência oficial do Presidente do Governo Regional.

 

Normalmente é possível visitar os jardins da quinta.

segunda-feira, 19 de julho de 2004

sexta-feira, 16 de julho de 2004

LOBO MARINHO

 

 

O navio Lobo Marinho, da Porto Santo Line, está em utilização desde Junho de 2003. Veio substituir outro navio, com o mesmo nome, que demorava cerca de uma hora mais a fazer a ligação marítima entre a Madeira e Porto Santo. O actual navio, demora cerca de duas horas a percorrer a distância entre as duas ilhas.

 

O actual ferry, construído nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo é o primeiro navio de passageiros feito em Portugal nos últimos anos. Pode-se dizer que se trata de um pequeno paquete de luxo, que teve um custo de cerca de 35 milhões de euros, permitindo ligar a Madeira a Porto Santo em cerca de duas horas, em condições de extrema comodidade.

 

Este navio permite transportar cerca de 1.150 passageiros e 160 veículos por viagem, tendo 112 metros de comprimento e 20 de largura. Apresenta interiores com acabamento de grande qualidade.Para mais informações e consulta de horários e preços, podem consultar o site da Porto Santo Line

terça-feira, 13 de julho de 2004

RESTAURANTE LE BUFFET

p>Trata-se de um pequeno restaurante/bar, com esplanada, situado na turística localidade do Caniço de Baixo.Os pratos são simples, muitos deles à base de frango; recomenda-se o "roast-beef" com alho. Para quem queira comer razoavelmente, sem gastar muito, tem aqui uma opção muito correcta.

 

 

Restaurante - Take Away - Snackbar Le Buffet

 

Rua D. Francisco Santana 9125-031 Caniço de Baixo

 

Tel.: 351 291 936549

 

tem site: Le Buffet